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segunda-feira, 26 de julho de 2021

 

ROMANCE, um gênero imperdível. Não deixe de aproveitar a leitura de um bom Romance!


  


Após o estudo do gênero romance, que se traduz numa narrativa longa, cujo narrador pode ser observador ou personagem, aborda o tempo psicológico, cronológico, ou ambos, bem como pode discorrer sobre  narrativas de romance, de aventura, de caráter social e realista, enfim, quando falamos do gênero romance não é simplesmente narrar enredos que tratam de amores, de paixões. 

Nessa perspectiva, os estudantes sob a supervisão da professora, realizaram a leitura e análise de alguns dos capítulos dos romances acima discriminados e foram instigados a  criarem  novos capítulos para os romances que foram estudados. 

Seguem as produções dos capítulos:

Capítulo inspirado no Romance: "A máquina" da escritora Adriana Falcão.

    Muitas das pessoas que saíram  de Nordestina para a  cidade grande conseguiram melhorar de vida, mas também muitas delas que acharam que encontrariam um lugar bom, e que teriam melhores condições de vida não foi bem isso que aconteceu. Alguns ficaram numa situação financeira pior do que quando estavam em Nordestina, passaram por muitas dificuldades, como por exemplo: fome, falta de moradia, falta de emprego, enfim, tudo lhes faltavam.
 
    A saudade começou a falar mais alto, pois além de perder o pouco que tinham, a cidade grande lhes sufocava com todo aquele barulho, falta de empatia, não era o lugar que eles haviam imaginado em sonho. A essas pessoas lhes restavam continuar na nova cidade ou retornar a cidade natal. Bem... muitos optaram pela segunda opção. Voltaram a Nordestina com uma mão na frente e outra atrás, mas dispostos a recomeçar ... E Nordestina? Essa mudou muito ... mas isso é assunto para um novo capítulo...

Capítulo desenvolvido pelo estudante Tiagno Mateus Viana da Silva / 9º A.


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Capítulo inspirado no Romance: "A máquina" da escritora Adriana Falcão.

Ceifados ou como se falava em Nordestina: estavam lascados.

    Sem contar com o preconceito linguístico, quanto ao fato de terem migrado de Nordestina (uma cidadezinha do interior) para Luxemburgu (uma cidade grande da região nordeste).
    Toda aquela esperança de que iriam ter novas oportunidades se foram pelo ralo e se transformaram em mágoas.
    Foram poucos os que ficaram e aqueles que permaneceram ainda iriam passar por situações difíceis, pois para os teimosos poderia ser apenas mais um desafio. Será?!
    E como toda escolha, tem uma consequência...
    
    O povo rumou de Nordestina com a esperança de uma nova vida e de novas oportunidades em um outro lugar. Numa cidade extremamente diferente, não só em estruturas, com prédios altos, trânsito intenso, barulho, correria, mas também no modo de vida das pessoas que a habitavam.
    
    As pessoas que  rumaram de Nordestina, uma cidadezinha pequena do interior, para outra cidade, um lugar extremamente grande, denominado Eixo Luxemburgu sentiram-se deslocadas e confusas, pois tudo era muito diferente do que elas estavam habitualmente acostumadas.

    Elas não conseguiram se adaptar, pois a forma como o povo dessa cidade grande se comportava, o modo de falar e de se relacionar com as outras pessoas era totalmente "duvidoso".

    Se viram entre a cruz e a espada, numa situação categoricamente "aterrorizante", numa situação em que se encontravam despreparados e desprevenidos.

    Tentaram se familiarizar  aos modo de falar das pessoas, o jeito de se portar e aos costumes próprios daquele lugar. Costumes esses que para os migrantes de Nordestina eram complemente "estranhos". Pois, imagine só, você se debandar de uma cidadezinha e chegar "voando" em Luxemburgu, onde os costumes e as pessoas são complemente diferentes! Eles estavam fadados e com as vidas complemente fora do eixo, mas nem tudo é o que parece...

Capítulo produzido pela estudante Kaylanny Stefanny / 9ºB.

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Capítulo inspirado no Romance "O menino do pijama listrado" de John Boyne.

Fim ou começo?

    Naquela noite posterior a conversa que  Bruno teve com sua mãe, ele não conseguia pegar no sono, pois a todo momento vinha a sua mente o fato de que ele juntamente com a família mudariam daquela casa que ele tanto gostava, além disso o enigma quanto a profissão que o pai exercia continuava a lhe perturbar, deixando-o cada mais inquieto e certo de que deveria saber o que, de fato, o pai fazia. Já era de madrugada e o menino ainda não havia conseguido dormir, ele resolveu ir à cozinha para beber um copo de água e acabou vendo um movimento estranho.
    Ele viu o pai entrando no escritório, onde a entrada de Bruno era proibida. O menino percebeu que a porta havia ficado entreaberta, viu ali uma oportunidade perfeita para entrar sem que ninguém o visse e tentar descobrir finalmente a misteriosa profissão de seu pai.
    O garoto pôs em prática o plano e conseguiu entrar naquele local secreto, sem que o pai o percebesse. Bruno saiu andando em direção ao escritório na pontinha dos pés, chegando até a porta abaixou-se e conseguiu se esconder debaixo de uma mesa,  onde pode ver que seu pai guardou um chave na terceira gaveta da escrivaninha.
    O menino pensou que aquela chave poderia ser da porta do escritório, que o seu pai ao sair havia trancado. Porém, havia se enganado, pois a chave não abria a porta. Ficou por uns instantes pensativo: como poderia sair daquele lugar?  Mas por outro lado, também pensou que seria a oportunidade de vasculhar os pertences de seu pai e descobrir por que havia tantos segredos naquela casa. A intenção era achar alguma pasta referente ao trabalho que o seu pai exercia.
   Bruno iniciou a busca vasculhando gavetas, folheando documentos em busca de algo que respondesse ao seu anseio. Apesar da busca e do medo de não sair daquela sala a tempo, o garoto se manteve  firme no intuito de desvendar o segredo. Até que num dado momento observou que havia uma gaveta que estava trancafiada. _ Será que esta é a chave que  abre a gaveta? Falou baixinho consigo mesmo. Para sua alegria, a chave abriu a gaveta! Nela havia alguns documentos estranhos. O menino pegou um dos documentos e começou a ler, mas não sabia o significado de alguns termos, pois parecia uma linguagem cheia de códigos, porém uma palavra o deixou intrigado: NAZISMO. 
    _ Será que papai é um nazista, se sim, o que isso significa? _ E todos aqueles homens fardados são comandados por papai? _ Quem eles prendem?_ Por quê? Foram muitas as dúvidas de Bruno. 
     O garoto percebeu através do relógio na parede que já estava próximo do dia amanhecer, escondeu o documento consigo e começou a pensar como sairia dali sem que ninguém o visse...
      Bruno sabia que o seu pai sempre era o primeiro a se levantar da cama, sabia também que ele tinha o hábito de ainda muito cedo ir ao escritório e ficar lá por alguns instantes. O menino iria aproveitar esse momento para tentar sair daquele lugar. Por sorte, o garoto conseguiu sair, pois como ainda era muito cedo, seu pai havia deixado a porta aberta enquanto se dirigiu a outro cômodo devido a um barulho estranho, tranquilizou-se ao saber que  a zoada havia sido feita pelo gato de estimação da filha. 
    Passado o momento de aflição, o garoto desce as escadas do quarto como se nada tivesse acontecido, toma café, como de costume, e vai à escola, mas leva consigo o documento que havia encontrado. Porém, algo ainda o aterrorizava, o fato de ter saído às pressas o impossibilitou de ter trancado novamente a gaveta. Seu pai poderia desconfiar...
    Na escola, Bruno achou melhor pedir ajuda a diretora sobre o conteúdo daquele documento. Depois de conferir o documento, a diretora ligou imediatamente para o pai do garoto. Bruno ficou sem entender aquela reação, seu coração começou a acelerar e ele começou a sentir medo. Ao chegar à escola, o pai do menino foi direto falar com a diretora, os dois permaneceram trancados por um bom momento. O garoto ficou ainda mais amedrontado, percebeu que havia algo de muito errado, ele possivelmente seria punido. 
    Ao sair da sala da direção o pai de Bruno lançou sobre ele um olhar de fúria, o menino tremia. Foram em direção ao carro em total silêncio, as mãos do garoto pareciam pedras de gelo, o coração parecia saltar do peito, tudo aquilo parecia um pesadelo! 
    Quando chegaram em casa, o pai de Bruno começou a gritar com o garoto e bateu muito nele, o deixando todo machucado. A mãe ficou na frente do garoto para tentar protegê-lo, mas acabou apanhando também! Ambos apanharam juntos...
    Revoltado, com medo e sem entender o porquê daquela atitude tão violenta, Bruno resolveu fugir de casa e correu quilômetros sem um destino certo, apenas queria ficar longe de tudo aquilo. Porém, acabou se perdendo. 
    Próximo ao local em que Bruno estava, muitas pessoas estavam gritando e sendo arrastadas por homens fardados e armados. O menino ficou ainda mais assustado, pois o fardamento dos homens era semelhante às roupas usadas pelas pessoas que visitavam o pai dele. Além disso, o próprio pai do garoto também usava uma farda muito semelhante.
    Passado um pouco do perigo, Bruno olhou mais atentamente e percebeu uma garota negra na janela de uma casa velha, o garoto foi se aproximando, chegando cada vez mais perto. A menina, no entanto, estava ficando  assustada. Mas, ao perceber que o garoto estava machucado e a acenava como se dissesse ser do bem, a menina o chamou para dentro.
    Eles ficaram conversando, apesar de machucado, Bruno não conseguiu desgrudar os olhos daquela menina, seu coração parecia arder. Apesar da dor de saber que o seu pai chefiava um exército que perseguia, torturava e matava pessoas inocentes, o garoto pode contar com um momento de alegria pelo fato de estar perto daquela garota que parecia ter mexido muito com o coração dele, apesar de tudo, sentia-se bem ao lado dela.
    Porém, o momento de aparente paz se desfez num cenário de guerra. Homens armados invadiram o esconderijo, prenderam os dois e os levaram. Os dois foram colocados na carroceria, estavam amarrados e assustados. Bruno começou a se debater e conseguiu desatar o nó que o prendia, desamarrou a menina e ambos pularam do carro em movimento. Ao perceber a fuga, os homens pararam o automóvel e começaram a correr e atirar em direção a dupla.  Os dois corriam desesperadamente pela floresta. Infelizmente, Bruno acabou sendo baleado. Ele disse para a menina continuar a correr, pois ela deveria se salvar. A menina conseguia escapar, porém Bruno foi recapturado e levado ainda ferido ao alojamento dos presos. Lá, perceberam e checaram  que o garoto era filho do chefe daquele exército...

Capítulo criado pelo estudante Nailton dos Santos Tavares / 9º A.

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Capítulo inspirado no Romance "O menino do pijama listrado" de John Boyne.


A descoberta 

    

Depois que Bruno e a família se mudaram, tudo parecia diferente. Por mais que seus pais estivessem perto, pareciam estar a quilômetros de distância. O seu pai estava sempre ocupado com o trabalho, sua mãe com a organização da casa e dos empregados. 

Em uma tarde, quando estava sentando pensando no que fazer para se distrair, Bruno decidiu passear pelos arredores da casa. Ele foi até a parte detrás do imóvel onde havia uma espécie de despensa e quando entrou no local, viu muitos objetos empoeirados e cheios de teias de aranha. Ao olhar para cima viu uma pequena janela.  

Reuniu alguns objetos para poder empilhar e assim, conseguiu alcançar a altura da janela e ver o que havia por trás dela. Quando, finalmente, pôde olhar pela abertura, ele viu um grande campo e no final dele uma cerca que contornava uma espécie de galpão. Bruno não conseguiu se conter e passou pela janela apertada. Apesar da altura, o garoto não hesitou em pular para ver de perto o que era aquilo. 

Caminhando pelo campo amarelo como o sol, ele chegou ao local e encontrou um menino sentado de frente para a cerca, o garoto tinha a pele clara, cabeça raspada e usava uma roupa que parecia um pijama listrado. 


Capítulo criado pela estudante Lídia Mical Santana de Lima / 9º A. 



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"O vacilão" 


A primeira vez que João a viu foi quando ele ainda era uma criança. Apesar da pouca idade, o menino tinha se apaixonado, mas a menina o via apenas como um amigo. Apesar disso, o sentimento dele continuava forte, pois toda vez que a avistava, sua pupila dilatava e brilhava como se ele estivesse olhando para um tesouro. Mas, sim, era o tesouro de sua vida. 


O tempo passou, João e a menina ficaram um longo tempo longe um do outro. Mas, quando o garoto completou 16 anos prometeu para si mesmo que se a encontrasse novamente ele iria se declarar. Esse tão esperado dia parecia ter chegado, pois ambos estavam morando no mesmo bairro e cidade. Seria na festa de aniversário da garota, momento em que eles depois de muito tempo se reencontrariam e, finalmente, ele iria confessar todo o amor que sentia por ela. 


Porém, quando chegou à festa de aniversário e deparou-se com aquela linda garota, agora uma jovem como ele, a gagueira tomou conta de sua boca, o nervosismo lhe abraçou, que ele só conseguiu  dizer em meio ao tremor que lhe subia ao corpo “um simples parabéns.” Depois que se virou de costas, João percebeu a besteira que havia feito: deixou escapar a grande chance de se declarar e viver aquele sentimento que o devorava... 


Passados os anos, quando ele já estava com 19 anos, resolveu ir à casa daquela moça e finalmente contar tudo que sentia por ela. Mas, não foi uma boa ideia. Quando ele chegou lá, surpreendeu-se com um rapaz abraçado a garota. Para a decepção de João, era o namorado da jovem.  


João deu meia volta e foi para casa triste, nunca pôde dizer o quanto a amava, aquele amor ficou pra sempre guardado... 



Capítulo de Romance criado pelo estudante José Efigenio .de Oliveira Amorim / 9ºA.


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quarta-feira, 21 de julho de 2021

 PRECONCEITO, TÔ FORA!


EI, VOCÊ AÍ, SENTADO NA SUA POLTRONA

SE ACHANDO O TAL, SIMPLESMENTE POR 

NÃO TOLERAR A DIVERSIDADE RACIAL

SAIBA QUE VOCÊ NÃO ESTÁ COM NADA,

POIS PRECONCEITO RACIAL É CRIME

VOCÊ PODE SE DAR MAL!


SUA IDEIA ULTRAPASSADA DE SE ACHAR MELHOR

SÓ PORQUE É BRANCO NÃO TÁ COM NADA

SE LIGA, MEU IRMÃO!

SOMOS TODOS IGUAIS

NÃO IMPORTA A SUA COR

PRECONCEITO, TÔ FORA

VAMOS COM ISSO ACABAR

PRETO, BRANCO NÃO IMPORTA

O QUE IMPORTA É RESPEITAR!


DI...DI...DIGA NÃO AO RACISMO

DI...DI...DIGA NÃO AO RACISMO

DI...DI...DIGA NÃO AO RACISMO

PARA QUE UM DIA A GENTE POSSA ACABAR COM ISSO.


HUMILHAR, DESRESPEITAR, JULGAR

ALGUÉM PELA COR

É ALGO QUE NÃO DEVEMOS ACEITAR

SE LIGA, MEU IRMÃO!

SE ISSO ACONTECER

DENUNCIE, NÃO SE CALE

VAMOS JUNTOS VENCER!


DI...DI...DIGA NÃO AO RACISMO

DI...DI...DIGA NÃO AO RACISMO

DI...DI...DIGA NÃO AO RACISMO

PARA QUE UM DIA A GENTE POSSA ACABAR COM ISSO.


RACISMO É UM CRIME

PODE LHE PREJUDICAR

ATÉ NO PRESÍDIO VOCÊ PODE PARAR

ANTES QUE ACONTEÇA ISSO

É MELHOR VOCÊ PARAR

DESSE CRIME PRATICAR.


DI...DI...DIGA NÃO AO RACISMO

DI...DI...DIGA NÃO AO RACISMO

DI...DI...DIGA NÃO AO RACISMO

PARA QUE UM DIA A GENTE POSSA ACABAR COM ISSO.


ESPERO QUE AGORA

VOCÊ TENHA APRENDIDO A LIÇÃO

IRMÃOS, VAMOS JUNTOS!

COMBATER O PRECONCEITO

CHEGA DE RACISMO

CHEGA DE HUMILHAÇÃO

VAMOS JUNTOS, MEUS IRMÃOS!

LUTAR CONTRA A OPRESSÃO!


DI...DI...DIGA NÃO AO RACISMO

DI...DI...DIGA NÃO AO RACISMO

DI...DI...DIGA NÃO AO RACISMO

PARA QUE UM DIA A GENTE POSSA ACABAR COM ISSO.


RAP PRODUZIDO PELOS ESTUDANTES DOS OITAVOS ANOS A e C EM PARCERIA COM A PROFESSORA DE PORTUGUÊS.








sexta-feira, 28 de maio de 2021

 Nunca ouviu: “Se beber não dirija"?

    Lemos coisas que nos deixam bravos ou tristes todos os dias, praticamente. Mas, mesmo assim, ainda não nos acostumamos a ouvir notícias ruins ou revoltantes. Notícias, geralmente nos deixam revoltados ou até tristes, principalmente quando o fato gira em volta da perda da vida de alguém. 
    Quando ouvimos notícias, como: "Carro desgovernado subiu na calçada e acertou em cheio um operário que estava no local". É praticamente impossível não ficarmos revoltados, porque essa tragédia poderia ser evitada facilmente com uma simples  decisão do motorista de não dirigir.  Esse dito condutor do veículo já acumulava 70 multas de trânsito, 14 delas por dirigir embriagado. 
    E nessas horas  que pensamos... se o motorista já estivesse preso, isso não aconteceria. Como pode alguém com mais de 14 multas por dirigir embriagado ainda estar entre a população? Isso é uma grande falta de responsabilidade das autoridades, e ainda mais do próprio motorista. Que se tivesse tomado um pouco mais de cuidado não teria tirado a vida do operário. Com histórias como essas, nós devemos aprender a tomar cuidado com as nossas atitudes, porque podemos fazer coisas horríveis. No caso, até tirar a vida de uma pessoa.

Crônica reflexiva produzida pelo estudante Jason Cirilo Almeida / 8ºA.

quinta-feira, 27 de maio de 2021

Aberração?

    Com lágrimas cortando as bochechas e o rosto machucado, olhou com descrença em direção aos seus progenitores. Não conseguia acreditar naquilo que tinha ouvido e presenciado, mas quando o pai do garoto lhe disse esbravejando: 
    _ Você não é mais o meu filho! Sai da minha casa, e esqueça que somos os teus pais, "sua aberração!"
    O garoto foi expulso de casa levando somente a própria roupa do corpo, completamente desorientando, sem rumo, sem destino... Em pensamento dizia: eles me adoravam tanto e agora me odeiam, me tratam como lixo! Será que sou mesmo uma aberração?! Sem perceber, uma gota salgada saia da sua íris. 
    E foi nesse caminho, devastado e sem rumo que o jovem encontrou um rio com águas cristalinas e alvejantes. Parou diante do rio, ficou pensando e repensando se valeria mesmo à pena lutar contra o ódio e o  desprezo das outras pessoas. Se por parte de seus pais já foi tão torturante, imagina dos outros...
    Fora com lágrimas e com esses pensamentos que impulsionaram o garoto a se jogar naquele rio, não sabia nadar, então, em frações de segundos chegaria a óbito, pensou consigo, e pôs fim a tudo.
    Como forma de se despedir de tudo e de todos deixou o seguinte bilhete: "é melhor morrer em um rio calmo e cristalino, do que por uma sociedade homofóbica."

Conto psicológico produzido pela estudante Kaylanny Stefanny Santana de Sousa / 9ºB.
    
    
    

terça-feira, 25 de maio de 2021

 Mudança

    Era um menino negro e de origem humilde, porém muito alegre e divertia a todos. Seu pai lhe deixou assim que ele nasceu. Sendo criado apenas pela mãe, que precisava trabalhar e ao mesmo tempo cuidar dele, as condições foram ficando cada vez mais difíceis, sua mãe já não disponha de renda suficiente para manter a casa e garantir o sustento da família.
    Diante dessa situação difícil e morando num bairro pobre da Filadélfia, sua mãe teve a ideia de mandar o garoto para a casa de parentes ricos, que vivem em uma mansão na cidade de Bel-Air. Essa não foi uma decisão fácil, pois para uma mãe imaginar que  ficará separada do filho a quilômetros de distância é algo que machuca e, por conseguinte,  a fez chorar por vários dias, pois queria o filho por perto, mas a situação econômica não lhe permitia exercer o papel da maternidade. Foram dias sombrios, mas precisou tomar a decisão mais difícil de sua vida, deixou que o filho partisse em busca de uma vida melhor. 
    Quando o garoto chega à casa da tia não foi tão bem recebido, percebeu os olhares dos primos de desconfiança, a tia tentou agradá-lo, mas no fundo de seu intimo, o menino percebeu que todos na nova casa o olhavam meio atravessado, pareciam ter medo dele, sentia que falavam mal dele pelas costas, provavelmente sua origem simples causasse descontentamento, nem sabe direito por que o aceitaram naquela casa.
    Foram dias angustiantes, mas, finalmente, conseguiu conquistar o carinho e o respeito de todos. Com a convivência ele pode mostrar que era um bom menino, na escola sempre se esforçava para tirar as melhores notas, em casa teve aulas de etiqueta, passou a interagir melhor com a família, todos o tratavam bem. 
    Porém, nunca esqueceu de sua mãe e do sacrifício que ela teve que fazer pra lhe dar um futuro melhor. Jurou para si mesmo que iria estudar muito e seria um advogado, iria atuar na defesa de mães solteiras ou abandonadas pelo companheiro. Sua mãe iria ter muito orgulho dele, falou consigo diante do espelho. 

Conto psicológico produzido pelo estudante José Efigênio de Oliveira Amorim / 9º A.
    
    
    

domingo, 23 de maio de 2021

Vídeo produzido pela estudante Lidia Mical Santana de Lima do 9º A em homenagem às mães.
Nele, a estudante canta a música "Exemplo de mulher" da artista Eyshila.




 

 A viagem

    Foi uma viagem com os amigos para irem acampar. Quando chegaram lá, se impressionaram com a paisagem, uma montanha com uma cachoeira, árvores, rio e um céu azul. O lugar era tão belo que parecia um paraíso. Todos ficaram muito felizes por estarem naquele lugar. O sol estava se pondo e cada um ficou responsável por fazer uma tarefa. 
    Connor cuidava da parte da barraca, o Noah cuidava da comida, e o Bruno cuidava de trazer lenha para a fogueira. Enquanto Connor estava armando a barraca, Noah foi pegar umas pedras para colocar em volta da fogueira, Bruno estava pegando gravetos para acender a fogueira. 
    Quando Bruno terminou de pegar os gravetos voltou em direção ao acampamento, já estava escuro e ele olhou em volta meio desconfiado, ouviu um barulho estranho e  teve a sensação de que as folhas e os galhos das árvores se agitavam, achou estranho, pois o vento estava manso. Começou a correr velozmente e alguns gravetos acabaram caindo. Chegando ao acampamento, contou tudo aos amigos. Eles acharam que foi apenas um susto, acenderam a fogueira, comeram e foram dormir.
    Porém, na madrugada foram acordados com um som que vinha da floresta. Ficaram assustados, como a fogueira ainda estava acessa resolveram espiar pra ver se achavam o que estava provocando aquele barulho. Ainda estava escuro, resolveram permanecer na barraca, no entanto ficaram alerta caso algum bicho ou animal quisesse atacá-los.
    A madrugada parecia interminável, foram momentos de aflição com aquele barulho que não cessava. Para alívio de todos, o dia finalmente amanheceu. Ainda receosos, resolveram sair aos poucos da barraca, e para surpresa de todos, tratava-se apenas do canto de algumas corujas. Os amigos começaram a rir daquela situação.  Eles resolveram aproveitar  a beleza e o encanto da natureza e chegaram em casa contando muitas aventuras. Foi uma viagem inesquecível!

Conto psicológico produzido pelo estudante Francisco Dionizio Alves Borges / 9º A.
    
     
    
    

 Um bilhete de amor?

    João é um adolescente de catorze anos, estudante do nono ano do ensino fundamental. Ele estuda numa escola pública, que fica próxima à casa dele. Como estuda pela manhã, ele resolveu dormir cedo. No dia seguinte, faria uma prova um pouco complicada. 
    Como de costume, ele acordou cedo, escovou os dentes, vestiu a farda, tomou café e foi para a escola. Chegando ao portão da escola, deparou-se com uma menina que ele gosta muito, os dois trocaram alguns olhares e logo depois cada um foi pra suas salas. 
    Quando João sentou-se na carteira, a professora entregou as provas aos alunos. Pouco tempo depois, ele percebeu que havia um papel embaixo da carteira. Ficou pensativo, pois ler o bilhete poderia ser um risco, a professora podia achar que ele estava colando. Passado algum tempo, o garoto continuava pensativo sobre o quê poderia conter no papel, seria uma declaração de amor? O coração batia cada vez mais acelerado! A dúvida o angustiava cada vez mais, já nem pensava direito na prova, quando tomou uma decisão: ele iria ler o papel. 
    Enquanto a professora estava lendo uns papéis distraída, João aproveitou para pegar o papel e tentar ler bem rápido para que ninguém desconfiasse de nada. Quando finalmente atingiu o objetivo pretendido, percebeu que o papel estava em branco, devia estar ali por acaso, pensou.
    Com isso, João perdeu muito tempo, teve que fazer a prova muito rápido para terminá-la no horário que estava previsto.

Conto psicológico produzido pelo estudante Tiagno Mateus Viana da Silva / 9ºA.

 Bebida e direção

    Abro o jornal e me deparo com a seguinte notícia: carro desgovernado subiu na calçada e acertou em cheio um operário que estava trabalhando no local. Segundo testemunhas, o condutor estava visivelmente embriagado e desceu do carro cambaleando. Diante do fato, fico ainda mais indignada ao saber que o motorista já acumula 70 multas de trânsito nos último cinco anos, 14 delas por dirigir embriagado. Fico me perguntando como pode alguém com esse prontuário continuar dirigindo? Isso é muita falta de responsabilidade!
    O operário ferido foi levado imediatamente ao hospital, depois de passar por exames e cuidados médicos pode ser ouvido pelos policiais que registraram a ocorrência. Ele contou que o carro veio desgovernado em sua direção, foi tudo muito rápido e por pouco, o trabalhador não havia perdido a vida.
    O motorista irresponsável ainda tentou fugir do local, mas testemunhas que viram o acidente o seguraram até a chegada dos policiais. Na delegacia, o motorista não quis se pronunciar. Disse que só falaria na presença de um advogado.
    Passado algum tempo, o operário conseguiu se recuperar do acidente. O condutor do veículo aguarda a conclusão do inquérito preso. Felizmente, assim, ele não poderá  ocasionar mais nenhum tipo de acidente. Espero que ele seja condenado e nunca mais dirija sob o efeito de álcool. O ser humano precisa ser responsável e não colocar a sua própria vida em risco, e nem a vida de ninguém. 

Crônica reflexiva produzida pela estudante Emilly Beatriz da Silva Freire / 8ºC.
    

 Falta de cuidado e de responsabilidade

    Imaginem vocês que um senhor bebe e vai dirigir sabendo que está bêbado! Seria irônico dizer que ele não tem consciência do que está fazendo, pois todos sabem que beber e dirigir além de ilegal, pode causar acidentes, ferir e matar pessoas inocentes.
    Pois bem, esse dito senhor acabou ocasionando um acidente. Um operário de "boa", estava trabalhando para sustentar a família e acabou sendo vítima do motorista irresponsável. O carro invadiu a calçada e atropelou o operário.
    A família da vítima ficou chocada ao saber da forma como aconteceu o acidente e saiu às pressas a caminho do hospital. Devido a gravidade dos ferimentos, o operário precisou ser levado imediatamente a Unidade de Terapia Intensiva - UTI. Porém, como ele chegou muito ferido, acabou não resistindo e faleceu antes mesmo que a família pudesse dar o último adeus.
    O senhor que estava dirigindo foi preso em flagrante, ele já tinha 70 multas acumuladas e 14 eram por dirigir embriagado. Já estava passando da hora de ele ser preso.
    As pessoas têm que pensar antes de fazer qualquer coisa, principalmente, se beber, não dirigir para não causar vítimas. Seja consciente, todos são responsáveis pelos atos que cometem.

Crônica reflexiva produzida pela estudante Beatriz dos Santos Macênas / 8ºA.

 Escola     A escola é para mim como uma barca de um parque, quando estou nela passam por mim milhões de sentimentos por minutos! Sinto que ...